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terça-feira, 20 de setembro de 2011

E o estranho é que há quem o apoie

Fernando Gomes, como era esperado, é candidato a presidente da FPF.

Convém lembrar que este,foi o homem que,nas escutas do Apito Dourado,apareceu a arranjar bilhetes para as alternadeiras a quem o Pinto da Costa pagava para «entreter» os árbitros. E depois de larga reflexão,o homem decidiu recandidatar-se,decerto após longa conversa com o conselheiro matrimonial, o impoluto e experimentado corrupto que dirige um certo clube lá para os lados da cidade do Porto.

Apesar disso, conquistou sem oposição a liderança da Liga e, como tal, deveria cumprir o mandato. Mas eis que surge agora, tal como antes, como o grande candidato à Federação. Para além do facto de as pessoas acumularem cargos, ou abandonarem uns em detrimento de outros mais aliciantes, quando lhes dá na real gana, sem levarem até ao fim os compromissos anteriormente assumidos, parece que, hoje por hoje, a Federação se tornou mais importante do que a Liga. A alteração de estatutos da Federação, com o regresso ao seu seio da arbitragem, terá alguma coisa a ver com esta reviravolta?

Quem tiver força para eleger o presidente da FPF, vai ter força para eleger o presidente dos árbitros e também o presidente do Conselho de Justiça (a última instância da justiça desportiva).

E o estranho é que há quem o apoie.O que demonstra a fraca qualidade dos dirigentes desportivos nacionais.

sábado, 10 de setembro de 2011

Indecência

É a palavra que me ocorre, depois de saber que Luís Filipe Vieira equaciona apoiar Fernando Gomes para presidente da Federação Portuguesa de Futebol.

Seara é consensual entre Benfiquistas e Hermínio Loureiro é um nome que não me aquece nem arrefece. Mas aposto que deixa em brasa um tal de Jorge Nuno.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Este é mais um que deve estar angustiado

Madaíl falha reeleição para Comité Executivo da UEFA e atribuiu à "má imagem do futebol português" a explicação de não ter sido reeleito para o Comité Executivo da UEFA.

Madail perdeu as eleições e a vergonha, reconhecendo que a federação que dirige supervisiona um futebol com má imagem. Afinal indirectamente admitiu que foi por culpa sua (falta de competência ou vontade para garantir boa imagem ao futebol nacional) que perdeu a eleição.

Já chega...retire-se para sempre. Uma personalidade cobarde, que teve a coragem de dizer que as revelações do apito dourado o apanharam de surpresa! Até o mais idiota dos agentes desportivos sabia da máfia do Pinto da Costa, Lourenço Pinto e Valentim Loureiro.

Madaíl, você é o elo mais fraco. Adeus!

domingo, 30 de janeiro de 2011

Exige-se a retirada à FPF do estatuto de utilidade pública desportiva

O que está em causa na revisão dos estatutos da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), é em traços gerais a perda de poder das Associações distritais. Até agora as Associações possuíam 55% de votos, o que lhes garantia a maioria absoluta nas votações, mas isso deixa de acontecer no novo regime jurídico.

É claro que a AF Porto quer manter o poder a qualquer custo, e mais uma vez conseguiu. Hoje a proposta de revisão dos estatutos foi chumbada na generalidade por "insuficiência de maioria qualificada" (mais de 75%) pelos sócios ordinários do organismo, em Assembleia Geral (AG) extraordinária.

Perante estes dados, acredito (ou quero acreditar) que Laurentino Dias, utilize de imediato, a bomba atómica: A retirada à FPF do estatuto de utilidade pública desportiva.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

E provavelmente irá ganhar

"Já ponderei sobre o assunto e, como a aprovação dos novos estatutos, irei-me recandidatar"
Gilberto Madail, no Porto, à margem da reunião do conselho de presidentes das ligas profissionais de futebol.

E provavelmente irá ganhar, apesar do desastre que foi a sua presidência. Triste País que não consegue, ou pior, não se quer livrar dos canalhas e incompetentes que por ai proliferam e cujas instituições estão desenhadas para se auto perpetuarem no poder.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Basta de incompetência!

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Gilberto Madaíl, admitiu, antes do início da Gala Eusébio, recandidatar-se a um novo mandato em concorrência com Fernando Seara, caso os estatutos sejam adequados ao novo Regime Jurídico das Federações Desportivas.

Afinal os dias de abstinência do Madaíl acabaram. Ninguém acreditaria no contrário, também. Depois de, num golpe de sobriedade, ter dito que não fazia sentido recandidatar-se, fez o que todo o Português com responsabilidades públicas faz neste país: Deu o dito por não dito, mentiu descaradamente, e correu atrás do tacho o mais depressa que pode.

O que dizer? É só mais um daqueles Portugueses que poderia fazer um excelente serviço á nação: Ir embora
, o futebol Português agradecia.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Haja justiça, democracia e equidade no voto

No novo modelo, entendeu-se retirar a qualquer dos associados uma representação que esmague a outra representação. Trata-se de um modelo que leva a que as assembleias gerais (AG) sejam espaços de debate, de discussão, sérios e livres. Significa que esse regime jurídico diz que nas AG nenhuma das áreas do futebol tem maioria por si. Todos os delegados na AG têm um voto. E por isso acabam os votos de bolso... Não há votos por procuração, não há votos por representação. Isto não é mais que transpor para Portugal aquilo que é já o modelo de federação que há na Europa. Um modelo aberto, democrático, transparente. Para que as federações sejam não o resultado da vontade de uns quantos iluminados seus dirigentes, mas o resultado da expressão concertada de todos aqueles que intervêm no fenómeno futebol.
Laurentino Dias, secretário da desporto, em entrevista ao jornal ABola

Até que enfim. Haja coragem, Sr. Laurentino Dias. Os actuais estatutos da FPF são controlados pelo "Sistema" sediado na AF Porto. Claro que os seus "fundadores" nao querem perder o apoio das Associacoes. Portanto, tem que ir até às últimas consequências, para que os homens do tacho, nomeadamente as associações do norte com a do Porto à cabeça
, entendam que os tempos do poder acabaram. Haja justiça, democracia e equidade no voto.